A pesca do peixe espada preto e a indústria que lhe está associada na Madeira assume um valor anual de nove milhões de euros acumulados, dos quais seis milhões dizem respeito apenas à venda directa.
Uma realidade destacada ontem pelo secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António Correia, na abertura das Festas do Verão e do Peixe Espada Preto, que decorre até 1 de Julho em Câmara de Lobos.
Na oportunidade, o governante lembrou ainda que aquela actividade envolve cerca de 300 pessoas, das quais aproximadamente 25o estão envolvidas directamente na pesca e as restantes na indústria de transformação.
Razões mais do que suficientes para que o Governo Regional esteja a envidar todos os esforços junto da União Europeia, no sentido de que sejam alterados os critérios de apoio às embarcações. Ou seja, que se volte a apoiar a construção de novos barcos, ao contrário do que sucede actualmente, onde apenas existe auxílios para a modernização em termos tecnológicos, de segurança e ambientais.
O governante pretende que a Madeira seja premiada pela forma como é feita a pesca, quer da espada quer do atum, onde se continua a utilizar métodos artesanais que preservam os stocks. Ao contrário do que acontece noutras áreas marítimas comunitárias, onde se continua a praticar a pesca de arrasto.






















